Sorria

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sábado, 12 de setembro de 2015

Entrevista com a autora Rosa Oliveer

Olá amorecooos. Hoje está friozinho aqui em São Paulo e trouxemos uma entrevista muito gostosa para vocês curtirem, nesse tempo. A nossa carinhosa e simpática de hoje é a autora Rosa Oliveer, que escreveu A Canção da Borboleta, que foi resenhado aqui no blog. 

Meninas Prodígio: Como descobriu que tinha vocação para escrever? Algum escritor/livro te influenciou?
Rosa Oliveer: Na verdade, eu sempre amei escrever, mas fazia apenas textos curtos e alguns poemas, mas, há uns três anos atrás, eu comecei a fazer um livro e vi que não era tão difícil assim. Resumindo, perdi a obra em uma formatação. Eu descobri o Wattpad este ano, decidi me arriscar e foi uma experiência incrível ver que as pessoas estavam lendo e gostando. Isso me motivou bastante a continuar. Influências mesmo, eu não tive nenhuma, a não ser, algumas letras de músicas que eu escutava e pensava "Isso daria uma bela estória."

MP: Considerando o momento de criação da obra à recepção dos leitores, qual o maior desafio para o escritor? Em algum momento sentiu medo de compartilhar seu livro?
RO: Com certeza senti muito medo. Por mais que todo escritor sempre fale que não se importa com as críticas, sendo elas boas ou não, isso é uma grande mentira. A cada capítulo que eu postava, o medo de ser reprovada pelos leitores era gigantesco. No entanto, vê-los me motivando foi o combustível para o desenvolvimento do livro.

MP: Agora, falando de criação, de onde vêm as suas inspirações? A partir do título produz a obra ou o contrário?
RO: Foi totalmente o contrário. Eu comecei a escrever o livro e não fazia ideia do nome que daria. Então, foquei, apenas, no desenvolvimento da obra. E, como sou louca por músicas e borboletas, juntei os dois.

MP: De onde vêm seus personagens? São inspirados em fatos reais ou são fictícios?
RO: São fictícios, embora, na Helena, eu tenha colocado um pouco da minha personalidade, o resto foi tudo fruto da minha imaginação.

MP: Costuma ler suas obras depois de terminadas ou pede a outra pessoa para revisar/avaliar?
RO: Tenho uma amiga que me ajuda na revisão, mas, eu mesma, tento revisar.

MP: Como você descobriu o Wattpad? Sua obra foi muito bem recebida pelos leitores dessa comunidade? Pretende lançar uma continuação para ela?
RO: Conheci o Wattpad através do PlayStore. Como sou uma leitora voraz (risos), sempre busco plataformas que possam me proporcionar bons livros e, um dia, fuçando, encontrei o famoso Wattpad. Eu acho que fui bem recebida sim. Procurei o público certo para divulgar e, graças a Deus, a obra tem sido aceita. Já estou criando uma nova, que tem como protagonistas, dois personagens que ganharam destaque ao longo de A Canção da Borboleta. Os leitores sempre me pediam para escrever a estória desses personagens e eu achei que seria uma boa experiência.

MP: O quê você mais gosta em suas histórias? Qual a sensação ao ver as pessoas comentando sobre ela?
RO: O quê eu mais gostei foi poder juntar todas as coisas que amo em um único livro e conseguir, através do mesmo, evangelizar. Se tem algo que, realmente, tenho muita paixão e quero compartilhar é o amor do meu Pai Celestial e, essa, foi a minha maneira de conseguir espalhar um pouco da Sua palavra. O quê mais me impressionou foi a forma com a qual as pessoas receberam esse evangelismo, pedindo, sempre, para eu colocar mais versículos, pois Deus falava com elas através do livro. Isso não tem preço. Sobre os comentários, cada vez que leio um, o meu coração se enche de alegria e me dá mais certeza de que, realmente, é isso o quê quero fazer: escrever.

MP: Juntando todos os seus personagens, qual é o seu favorito e por quê?
RO: Não consigo escolher apenas um, então, são Enzo e Matt. O Enzo, por causa de sua sabedoria e desejo de ajudar o próximo, sempre com os melhores conselhos. E o Matt, pela sua forma linda de amar. Toda mulher quer um homem que a ame, da mesma maneira que Matt ama Helena, sempre a colocando em primeiro lugar.

MP: Tem alguma obra em andamento? Se sim, irá publicá-la gratuitamente ou através de alguma editora/livraria?
RO: Sim, já tenho! E já a estou publicando gratuitamente. Chama-se Sky of Gold e conta a história de Enzo e Elise, que, como falei, são os personagens que ganharam destaque em A Canção da Borboleta. E tenho mais um projeto em mente que também será publicado gratuitamente.

MP: Como é escrever um livro evangélico? Já recebeu algum testemunho de seus leitores?
RO: Maravilhoso! É uma das melhores experiências que já tive. Recebi sim algumas mensagens de leitores que disseram estar afastados e que, através do livro, tiveram forças para se aproximar do Pai. E saber que, eu pude proporcionar, por intermédio de A Canção da Borboleta, paz, fé e temor para esses leitores, é muito gratificante.

MP: Tem algum livro fora do Wattpad?
RO: Não. Só os que estão lá mesmo.

MP: Além de escrever, o quê mais você gosta de fazer?
RO: Ouvir música. Amo, pois me dá muita inspiração para os capítulos dos livros. Também gosto de assistir a um bom filme e têm alguns seriados que prendem a minha atenção.

MP: O quê você diria para as pessoas que têm o desejo de escrever, mas sentem medo?
RO: Que todo mundo tem um escritor dentro de si, basta encontrar a maneira certa de por para fora. E outra dica, não importa se você irá escrever para dezenas ou milhares, se encontrar alguém que goste da sua obra, escreva, exclusivamente, para essa pessoa. E se um livro não ficar bom, tente duas, três vezes, uma hora descobrirá sobre o quê você é bom em escrever.

Estamos, a cada leitura, conhecendo mais e mais escritores talentosíssimos que esse Brasil ainda não conhece. Todas as entrevistas que fizemos aqui, foram com muita dedicação e carinho e as autoras desses livros fofos, não nos deixaram apaixonadas apenas pelas suas histórias, mas por elas também que foram super fofas, simpáticas e atenciosas com a gente. Muito obrigada a todas e em especial, nesse post, à Rosa Oliveer.
Bom, esperamos que vocês tenham gostado da publicação de hoje, comentem aqui embaixo e compartilhem muito. E depois disso, fiquem à vontade para lerem as outras postagens e conhecerem o blog, enquanto estão debaixo das cobertas, rsrs.
Um enorme beijo prodígios... :*

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Entrevista com a autora Flávia Dann

Bom dia prodígios! Estamos muito felizes com o resultado do nosso projeto de resenhas e entrevistas, agora nomeado de Encontrei no Wattpad. Nós temos conhecido obras muito boas e pessoas maravilhosas. Todas as autoras (sem preconceito, mas, por coincidência, até agora só resenhamos livros escritos por mulheres, rs) têm sido muito fofas e carinhosas com a gente, e a Flávia Dann, que escreveu o livro Na Chuva Com Benjamin não foi diferente e hoje a entrevista é com ela. Muito obrigada Flávia pela atenção e dedicação de um pouquinho do seu tempo para atender o blog Meninas Prodígios.
Simbora! 

Meninas Prodígio: Como descobriu que tinha vocação para escrever? Algum escritor/livro te influenciou?
Flávia Dann: Desde que eu aprendi a ler, me apaixonei pela leitura. Comecei lendo livros paradidáticos da escola e depois comecei a escolher alguns livros em casa – meus pais sempre tiveram muitos livros. E escrever, para quem gosta de ler, é quase uma consequência, então desde criança eu escrevia poesias e pequenas estórias. Eu já escrevi em blog e tinha vários cadernos nos quais eu escrevia para praticar, como um exercício. 
Um dos escritores que mais me influenciou a escrever foi Machado de Assis, que eu conheci por conta da escola. Os textos dele são muito bem escritos e harmoniosamente estruturados. Mesmo considerando que a linguagem da época na qual ele escrevia não é a dos escritores contemporâneos, eu leio e releio Machado como uma inspiração. E devo dizer que Agatha Christie me influenciou bastante, eu fico impressionada com o fato de que cada livro dela que eu leio, termino surpreendida.

MP: Considerando o momento de criação da obra à recepção dos leitores, qual o maior desafio para o escritor? Em algum momento sentiu medo de compartilhar seu livro?
FD: Eu acredito que o maior desafio é contar uma estória que as pessoas queiram ler. Você pode escrever algo e achar o máximo, mas as pessoas podem não gostar. E na hora de escrever você não tem como saber se as pessoas vão gostar do que você está escrevendo. Por mais que você imagine que escreveu algo legal, o retorno dos leitores é uma surpresa.
Sim, eu tive receio de compartilhar meu livro porque é da natureza humana querer ser aceito, ter um bom retorno. Mas eu resolvi compartilhar minha história porque, se eu a guardasse para mim, eu jamais saberia se estava no caminho certo, se eu algum dia seria capaz de tocar as pessoas por meio dos meus escritos. 

MP: Agora falando sobre sua obra, de onde vêm suas inspirações? A partir do título produz a obra ou o contrário?
FD: A inspiração vem da própria vida. Da minha, mas principalmente do que acontece ao redor. Quem gosta de escrever precisa ficar atento a tudo: sons, cores, lugares, músicas, acontecimentos (que vivencia ou de que tenha notícia). Para mim, é daí que vem a inspiração.
Acho difícil escrever a partir do título, porque me sentiria engessada. Penso que o título é algo para se pensar no final, quando você vai conseguir enxergar a obra como um todo e então vai ser capaz de escolher um título que exprima, de alguma forma, a essência da história.

MP: Seus personagens são inspirados em fatos reais ou são fictícios?
FD: Meus personagens são fictícios. Nenhum deles tem um correspondente real. É certo que todos eles terão um pouco de mim, mas isso é próprio da escrita, é difícil se afastar tanto dos personagens, porque antes de tudo eles “vivem” dentro de você e nascem quando você escreve.

MP: Costuma ler suas obras depois de terminadas ou pede a outra pessoa para revisar/avaliar?
FD: Eu gostaria de ter um revisor, mas atualmente quem revisa o que eu escrevo sou eu mesma. Tenho certa relutância em acatar modificações no meu texto, então como eu não tenho um editor (que me obrigue a alterar hehehe), eu leio e releio dezenas de vezes o que escrevi, até ficar satisfeita.
E procuro sempre escrever em um editor de texto com corretor ortográfico, o que minimiza bastante a incidência dessas falhas.

MP: Como você descobriu o Wattpad? Sua obra foi muito bem recebida pelos leitores dessa comunidade? Pretende lançar uma continuação para ela?
FD: Descobri o Wattpad por acaso, através de blogs de leitura. Em um deles alguém comentou que Cinquenta Tons de Cinza havia sido publicado, inicialmente, através da plataforma, e me entusiasmei com a ideia de que é possível que uma pessoa sem conexão com o mercado editorial publique através de uma editora grande chegando a, inclusive, ter a obra traduzida para outras línguas!
E foi aí que, à beira do lançamento do filme, eu peguei os livros para ler. À medida que fui lendo e vi a conotação sexual da trama, eu entendi a popularidade, mas fiquei desanimada, pois ficou claro que o sucesso nascera do teor sexual de boa parte das cenas e não era esse tipo de história que eu planejava escrever.
Mas ainda assim, eu criei a conta no Wattpad e resolvi escrever e publicar por lá, para ter leitores isentos, pessoas desconhecidas que me dissessem o que acham, sem medo de magoar.
E quando terminei de publicar Na chuva com Benjamin no Wattpad fiquei extremamente satisfeita. O livro foi bem recebido na plataforma e centenas de pessoas comentam, dando suas impressões sobre o que acontece na trama, é fantástico!
Eu não pretendo escrever uma continuação porque penso que o livro se encerra exatamente onde deveria. É possível fazer uma continuação, mas aí seria outra história, com outros objetivos e, nesse caso, eu prefiro tentar escrever algo novo, totalmente diferente.

MP: O quê você mais gosta em suas histórias? Qual a sensação ao ver as pessoas comentando sobre ela?
FD: Quando você está escrevendo e as ideias vão surgindo para os momentos cruciais da estória, a sensação é parecida com aquela de quem lê essas passagens no livro, mas é indiscutivelmente mais intensa e mais prazerosa. Escrevendo você pode mudar o rumo das coisas. E tentar imaginar a reação dos leitores é o melhor de tudo para mim.
Ver os comentários é extremamente gratificante. A ideia de que pessoas que nunca ouviram falar de mim passaram horas lendo, espontaneamente, algo que eu escrevi, e ainda se divertiram fazendo isso, é simplesmente fantástico.

MP: Juntando todos os seus personagens, qual é o seu favorito e por quê?
FD: O meu personagem favorito é o Benjamin. Ele é livre, leva a vida de maneira leve e é, ao mesmo tempo, seguro e determinado.

MP: Tem alguma obra em andamento? Se sim, irá publicá-la gratuitamente ou através de alguma editora/livraria?
FD: Por enquanto só tenho ideias, mas nenhuma obra em andamento. Eu devo publicar gratuitamente, por enquanto.

MP: Além de escrever, o quê mais você gosta de fazer?
FD: Eu gosto muito de viajar e de assistir a filmes e seriados. E ler. Estou sempre lendo algum livro (e sempre compartilho a leitura da vez no Instagram).

MP: O quê você diria para pessoas que têm o desejo de escrever, mas sentem medo?
FD: Escreva. E se de alguma forma, o fato de achar que alguém que leia pode não gostar ou te dar um retorno negativo, escreva mesmo assim. Faça um acordo com você mesmo, no qual a única regra é de não mostrar para ninguém. Faça o melhor que puder para quando você ler pensar: não acredito que escrevi algo tão legal! Então, quando você tiver terminado, você vai estar mais confiante, e o medo não vai estar mais te atormentando.

Bom, essa foi mais uma entrevista feita com muito carinho para vocês, a gente espera que tenham gostado. É só deixar aqui nos comentários a opinião de vocês e sugestões para as próximas resenhas from Wattpad.
Beijoos e até o próximo post!

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Entrevista com a autora Camila Wad

Bom dia, prodígios!!
Ontem postamos a resenha do livro Novo Começo da autora Camila Wad, e hoje publicaremos uma entrevista, super legal, feita com a mesma.
Desde já queremos deixar aqui o nosso agradecimento à Camila, que foi muito simpática ao nos permitir resenhar sua obra e responder às nossas perguntas. Muito sucesso pra ti, linda!
Agora vamos lá, que está muito legal!!


Meninas Prodígio: Como descobriu que tinha vocação para escrever? Algum escritor/livro te influenciou?
Camila Wad: Na adolescência passei a escrever e receber cartas de minhas amigas do colégio, sempre que alguém fazia aniversário, o presente era uma carta de amizade. Quando essa época passou, continuei escrevendo coisas que eu sentia e até mesmo escrever cartas pra Deus e ler livros românticos. Então os livros que eu lia, com as frases que escrevia num caderno, me fizeram pensar que eu poderia escrever um livro. Posso dizer que fui influenciada por Lycia Barros e Renata Martins, duas grandes escritoras que sempre trazem um bom ensinamento em seus livros, e eu quis isso para mim. Quis escrever uma história que, de alguma forma, ajudasse outros jovens assim como os livros delas me ajudaram. 

MP: Considerando o momento de criação da obra à recepção dos leitores, qual o maior desafio para o escritor? Em algum momento sentiu medo de compartilhar seu livro?
CW: Acho que o maior desafio é desenvolver a história de uma forma que os leitores se sintam satisfeitos com o quê estão lendo. O escritor tem a ideia, mas colocar essa ideia para o papel é bem complicado. Às vezes tenho um certo receio de compartilhar meu livro, fico com medo das pessoas não gostarem e exporem isso de uma forma bruta. Sei que todos têm opiniões, porém ser for ruim, devem procurar a melhor forma de falar. Mas se eu não tivesse coragem de compartilhar, eu não teria ajudado ninguém e me sentiria frustrada por ter deixado o medo vencer.

MP: Agora falando sobre sua obra, de onde vêm suas inspirações? A partir do título produz a obra, ou o contrário?
CW: Sempre peço ajuda a Deus para escrever, Ele me inspira sempre que preciso. Porém, não posso deixar de citar as pessoas com quem convivo. Ouço muitas histórias, muitos conselhos e pregações, que me ajudam a ter novas inspirações. No livro Novo Começo, o título produziu a história. Antes de sentar para escrever, tenho em mente, mais o menos, como será a história. A partir daí eu penso em um título e desenvolvo a história em volta dele.

MP: Seus personagens são inspirados em fatos reais ou são fictícios?
CW: Um pouco dos dois. Eu vejo muitas coisas acontecendo dentro das igrejas e, na minha percepção, não podemos oferecer algo perfeito para Deus com nossa vida toda errada. Então criei uma ficção para mostrar a realidade de muitos jovens que estão se iludindo, achando que Deus está com eles e não percebem que eles mesmos estão afastando Deus de si, e também para mostrar o amor de Deus por nossas vidas que mesmo errando, Ele consegue nos amar de forma incondicional e faz de tudo para nos ter de volta.

MP: Costuma ler suas obras depois de terminadas, ou pede a outra pessoa para revisar/avaliar?
CW: Até agora não reli nenhum dos livros que terminei e postei no Wattpad e também não pedi para ninguém revisar. Tenho minhas amigas que fazem uma avaliação da história, indicando se a ideia está boa ou se o capítulo está de fácil entendimento, e sempre me dão dicas de como colocar determinadas expressões. Revisão ortográfica realmente não fiz. Sei que preciso revisar e estou correndo atrás de alguém, neutro, que faça esse trabalho para mim.

MP: Como você descobriu o Wattpad? Sua obra foi muito bem recebida pelos leitores dessa comunidade? Pretende lançar uma continuação para ela?
CW: Não lembro bem, mas acho que foi procurando aplicativos legais na Play Store que me deparei com o Wattpad. Daí, mexendo no aplicativo, descobri que poderia escrever e publicar ali. A história foi bem recebida, as críticas construtivas e alcancei o objetivo que não era só escrever um romance e sim falar de Deus. Quando terminei de escrever e publicar o último capítulo de Novo Começo, muitos leitores me pediram uma continuação e eu havia colocado na minha cabeça que não faria, pois queria que o próprio leitor planejasse um futuro para os personagens como desejassem, mas hoje eu posso falar que talvez tenha uma continuação. Algumas ideias andam surgindo na minha cabeça em relação ao Novo Começo e eu gostaria de compartilhar também.

MP: O quê você mais gosta em suas histórias? Qual a sensação ao ver as pessoas comentando sobre ela?
CW: Adoro as partes românticas e quando os personagens escolhem fazer o que é certo, por que muitas vezes nós nos inclinamos para aquilo que é errado e torcemos pra que o erro de fato aconteça, mas quando eles dizem NÃO e escolhem o que é certo, eu adoro. Às vezes eu gostaria muito que os leitores vissem minha reação ao ler os comentários que eles fazem, eu dou gritinhos de felicidade e abro o maior sorriso do mundo. Minha irmã, sem entender, me olha e diz: "Garota maluca!", mas é uma sensação que não sei explicar direito; é muito bom, você vê que alguém gosta do seu trabalho e faz questão de dizer isso.

MP: Juntando todos os seus personagens, qual é o seu favorito e por quê?
CW: Como disse, sempre temos uma certa inclinação para o que é errado, isso também serve na escolha de um personagem. O meu preferido é o Kaio, por que ele tem algo que eu gostaria de ter. Não os defeitos, claro. Embora ele seja uma pessoa toda errada, ele é sempre agitado, brincalhão e não se importa muito com o quê as pessoas pensam ou falam dele. Totalmente o contrário de mim, que sou tímida, exigente e séria demais às vezes.

MP: Tem alguma obra em andamento? Se sim, irá publicá-la gratuitamente ou através de alguma editora/livraria?
CW: Comecei a escrever uma nova obra, porém tive que dar uma pausa, porque repostei Te Vejo Na Praça no Wattpad com alterações e capítulos inéditos. Agora que terminei é provável que eu volte a escrevê-la. Pensei muito e pretendo publicá-la através de uma editora (se encontrar uma), porém, como meus livros são voltados para o meio evangélico, também fico pensando que aquilo que recebi de graça, devo dar de graça. Mas oro bastante em relação a isso e estou sempre atenta a voz de Deus. O que Deus quiser para mim é o que eu quero.

MP: Além de escrever, o quê mais você gosta de fazer?
CW: Ler e ir ao shopping, mesmo sem dinheiro.

MP: O quê você diria para pessoas que têm o desejo de escrever, mas sentem medo?
CW: Diria que o medo é vencido pela coragem e que é normal termos esse sentimento no início, mas se não tivermos coragem para prosseguir e deixarmos o medo nos dominar, o objetivo que temos nunca será alcançado. Diria também para elas insistirem e arriscarem, porque existem pessoas que precisam ler o que elas escreveram. Mesmo que só uma pessoa seja tocada pela história, vai valer a pena para elas, porque para mim valeu.

É isso, esperamos que tenham se deliciado com a entrevista.. e até a próxima!
Ah, nos ajude a dar um nome para o "projeto de nome indefinido" rs (esse projeto consiste em resenhar livros achados no Wattpad e entrevistar o autor). Beijos!!

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Entrevista com a autora Rafaela Papini

Bom dias amores!
Ontem postamos aqui a resenha sobre as nossas primeiras impressões do livro Spettacolo, que tem 32 capítulos para degustação no Wattpad e foi escrito pela escritora Rafaela Papini.
E hoje, viemos dar continuidade ao nosso "Projeto de Nome Indefinido", queremos até pedir a ajuda de vocês para batizarmos essa nossa ideia que consiste em entrevistar autores do Wattpad. E a entrevistada de hoje é a nossa querida, criativa e romântica Rafaela Papini. Vamos lá?


Meninas Prodígio: Como descobriu que tinha vocação para escrever? Algum escritor/livro te influenciou?
Rafaela Papini: Sempre gostei de escrever. Fui alfabetizada em casa por minha mãe, com menos de quatro anos de idade e, desde pequena, gostava de inventar histórias. Conforme fui crescendo, passei a escrever poemas, músicas, fics, até, finalmente, escrever o meu primeiro livro. Não tem nenhuma obra ou escritor, em específico, que tenha me influenciado, mas o livro Reinações de Narizinho; a série Vagalume; as histórias de Harry Potter e os livros O Diário da Princesa, marcaram muito a minha infância.

MP: Considerando o momento de criação da obra à recepção dos leitores, qual o maior desafio para o escritor? Em algum momento sentiu medo de compartilhar seu livro?
RP: Cheguei a fazer um vídeo sobre isso para o Esquenta da Bienal do Rio de Janeiro, que está sendo organizado pela Editora Arwen. Escrever um livro, por si só, é algo complicado, mas é, também, extremamente prazeroso. Acho que quem escreve, inevitavelmente, quer ser lido, então, nunca tive medo de compartilhar as minhas histórias. Para mim, o maior desafio foi saber o quê fazer depois que a história estava pronta, pois eu não entendia nada sobre o meio literário e fiquei muito insegura para apresentá-los às editoras, por não saber, exatamente, como proceder.

MP: Agora, falando de criação, de onde vêm as suas inspirações? A partir do título produz a obra ou o contrário?
RP: Sou uma romântica incorrigível, isso é fato! Mesmo quando era criança e brincava de Barbie, fazia as bonecas viverem grandes histórias de amor (risos). Então, para mim, escrever romance é uma coisa muito natural. A inspiração vem de coisas do dia a dia: uma troca de olhares flagrada entre desconhecidos na rua; alguém que você vê no metrô; um trecho de uma conversa que você escuta na rua. Acho que a beleza do romance é, justamente, essa: ele está presente na vida de todos, em todos os momentos. Só cabe a nós saber enxergá-lo.

MP: De onde vêm seus personagens? São inspirados em fatos reais ou são fictícios?
RP: Meus personagens são fictícios, mas, inevitavelmente, guardam relação com pessoas conhecidas. Resolvi escrever Spettacolo quando, ao assistir à uma apresentação de um circo, aqui, na minha cidade, me encantei vendo um dos artistas sobrevoar o picadeiro, imitando um pássaro. Eu chorei. De verdade. Achei aquilo fascinante e, assim que cheguei em casa, o Hiram começou a nascer. Acho que os personagens já existem dentro de nós, de alguma forma. Só precisam de um contexto para ir para o papel.

MP: Costuma ler suas obras depois de terminadas ou pede a outra pessoa para revisar/avaliar?
RP: Costumo ler, reler, ler mais uma vez e pedir para outra pessoa revisar e avaliar.

MP: Como você descobriu o Wattpad? Sua obra foi muito bem recebida pelos leitores dessa comunidade? Pretende lançar uma continuação para ela?
RP: Descobri o Wattpad há pouquíssimo tempo, quando li o livro After da escritora Anna Todd e, na capa, estava escrito "Sucesso no Wattpad". Fiquei curiosa e resolvi dar uma olhada. Foi amor à primeira vista. Acho que o retorno foi positivo sim, em pouco tempo a história já foi lida mais de mil vezes. Não pretendo lançar continuação para Spettacolo, mas outro romance já está engatilhado: Um Novo Amanhecer.

MP: O quê você mais gosta em suas histórias? Qual a sensação ao ver as pessoas comentando sobre ela?
RP: É muito difícil dizer o quê gosto mais em minhas histórias. Acho que dos personagens, do romance em si, de escrever uma cena romântica e eu mesma me sentir apaixonada. A sensação de ver as pessoas elogiando o meu livro é indescritível, de verdade. É muito emocionante, empolgante e tudo muito novo para mim. A primeira vez que alguém, que não me conhecia, comentou sobre o meu livro, eu fiquei muito, muito feliz. É sensacional você ver que a sua história está indo cada vez mais longe.

MP: Juntando todos os seus personagens, qual é o seu favorito e por quê?
RP: Hum... Que pergunta difícil! É como pedir para uma mãe dizer qual filho ela ama mais (risos). Acho que, dentre os personagens de Spettacolo, o quê mais me fascina é o Hiram. Não só por ele ser o protagonista, mas pelo o quê ele transmite: em dados momentos, Hiram é um artista de circo, sedutor, em outros, ele é apenas um menino perdido que não sabe como continuar sua vida depois de perder a mãe. A paixão entre ele e Malu é sua perdição e redenção.

MP: Tem alguma obra em andamento? Se sim, irá publicá-la gratuitamente ou através de alguma editora/livraria?
RP: Sim, estou finalizando um novo romance, chamado Um Novo Amanhecer. Um história sobre superação, autoconhecimento e, claro, muito amor.

MP: Além de escrever, o quê mais você gosta de fazer?
RP: Ultimamente não tenho tido muito tempo para fazer muitas coisas, mas sou uma pessoa de muitos hobbies. Sou, particularmente, apaixonada por música: adoro cantar e tocar violão.

MP: O quê você diria para as pessoas que têm o desejo de escrever, mas sentem medo?
RP: Não tenha medo de escrever, tenha medo de deixar tantas ideias boas trancafiadas na sua cabeça. É, simplesmente, injusto impedir um personagem de ganhar vida e os leitores de conhecê-lo.

Está aí a dica da escritora Rafaela Papini para quem está começando e a sua entrevista completa. Deu para perceber o quão fofa e romântica ela é, não é? Esperamos que vocês tenham gostado do post de hoje, foi feito com muito amor e carinho. Deixem nos comentários a opinião de vocês e, também, dicas de qual livro gostariam de ver resenhados aqui, com a entrevista do autor.
Confiram abaixo o teaser do livro Spettacolo. Um super beijo e até o próximo post!




sexta-feira, 3 de julho de 2015

Entrevista com a autora Poliana Matos

Boa tarde amores!
Em continuidade ao nosso "Projeto de Nome Indefinido", rs, vamos postar hoje a entrevista com o autor.
A entrevistada de hoje é ninguém mais, ninguém menos do que a Poliana Matos, autora do livro Dois Passos, que além de muito romântica em sua história, tem sido muito atenciosa e carinhosa com a gente.
Então, simbora conferir que está muito legal!


Meninas Prodígio: Como descobriu que tinha vocação para escrever? Algum escritor/livro te influenciou?
Poliana Matos: Eu acredito que a paixão pela escrita se inicia com a paixão pela leitura. Sempre amei ler e isso me fez começar a escrever.
Quando mais nova, escrevia poemas e me lembro de ter escrito dois livros em cadernos. Alguns poemas eu ainda guardo, os livros eu joguei fora anos mais tarde.
Todos os livros que eu li me influenciaram de certa forma, mas autores e estilos leves e divertidos costumam me atrair mais.
Eu gosto de autoras como Meg Cabot e Sophe Kinsella, mas também leio George R.R. Martin e C.S. Lewis, por exemplo.

MP: Considerando o momento de criação da obra à recepção dos leitores, qual o maior desafio para o escritor? Em algum momento sentiu medo de compartilhar seu livro?
PM: O primeiro grande desafio é você começar a colocar no papel tudo aquilo que tem em mente. Geralmente nós temos a história principal, mas não os detalhes e no início de tudo é difícil dar vida aos nossos pensamentos.
O segundo desafio é cativar leitores. Muitos até dão uma olhada no livro, começam a ler, mas não se interessam a ponto de terminar a leitura. Saber que uma pessoa chegou ao final da leitura é extremamente gratificante para mim, pois significa que minha história conseguiu envolver essa pessoa até o final.
Se eu senti medo de compartilhar o livro? O tempo todo! A cada novo capítulo eu sentia um frio no estômago e sempre achava que estava ruim.

MP: Agora falando de criação, de onde vêm suas inspirações? A partir do título produz a obra ou o contrário?
PM: A partir da obra eu crio o título e essa é uma das partes mais difíceis.
Inspiração é um assunto complicado. Existem dias que surgem diversas ideias. Em outros dias as ideias fazem as malas e resolvem tirar férias prolongadas.
Muitas coisas me ajudam nesse sentido: músicas, filmes, séries e até outros livros. Geralmente alguma cena chama minha atenção e eu fico com uma pequena ideia encubada na cabeça e, quando menos espero, outras ideias vão surgindo.
Algo que me ajuda muito é imaginar o diálogo dos personagens apenas na minha cabeça. Eu faço isso dirigindo, limpando a casa, no banho, etc.
Quando penso em algo legal, anoto para não esquecer e depois escrevo a cena.

MP: De onde vêm seus personagens? São inspirados em fatos reais ou são fictícios?
PM: Embora meus personagens sejam fictícios, alguns deles têm traços de personalidade ou nome de pessoas que conheço. É o caso da Patrícia, que tem o nome e algumas características da minha melhor amiga.

MP: Costuma ler suas obras depois de terminadas ou pede a outra pessoa para revisar/avaliar?
PM: Eu mesma leio, mas, sempre que possível, peço para alguma amiga revisar.

MP: Como você descobriu o Wattpad? Sua obra foi muito bem recebida pelos leitores dessa comunidade? Pretende lançar uma continuação para ela?
PM: Conheci o Wattpad por meio de uma amiga, Aline Coração, que já escrevia e publicava por lá. Ela me explicou como funcionava e me incentivou a escrever e publicar minha história. A Aline também me apresentou a outras autoras (que hoje são grandes amigas) e elas me incentivaram ainda mais. Além do incentivo, elas me ajudaram a divulgar minha obra.
Fui muito sortuda com meus leitores, muito deles além de ler, comentava ao final de cada capítulo. Esses comentários levantaram meu astral quando eu estava desanimada e foi por causa da participação dos leitores que não deixei o livro inacabado.
Tenho pensado em escrever um segundo livro focado em uma das personagens do primeiro, justamente pela grande quantidade de mensagens pedindo por isso. É apenas uma ideia que ainda estou amadurecendo, mas creio que dará certo.

MP: O quê você mais gosta em suas histórias? Qual a sensação ao ver as pessoas comentando sobre ela?
PM: Gosto de saber que, de uma maneira leve e bem-humorada, passei uma mensagem de otimismo e perseverança.
Ver as pessoas comentando uma criação minha é um misto de alegria e espanto. Eu me sinto realizada quando isso acontece.

MP: Juntando todos os seus personagens, qual é o seu favorito e por quê?
PM: Gosto da Patrícia. Ela é meio louca e fala coisas que tem vontade de falar. Eu queria ser corajosa como ela. Mas eu também gosto do Rafael, personagem odiado pela maioria. Ele me lembra que muitas vezes nós valorizamos as coisas erradas e perdemos grandes amores e grandes oportunidades por causa disso. Os erros do Rafael me fazem refletir sobre meus próprios erros.

MP: Tem alguma obra em andamento? Se sim, irá publicá-la gratuitamente ou através de alguma editora/livraria?
PM: Não tenho nenhuma obra em andamento no momento. Finalizei Dois Passos e estou lendo e fazendo algumas pesquisas para tentar iniciar a continuação dele. Quando finalizar essa continuação, ela será publicada no Wattpad.

MP: Além de escrever, o quê mais você gosta de fazer?
PM: Ler, ouvir música e assistir séries.

MP: O quê você diria para pessoas que têm o desejo de escrever, mas sentem medo?
PM: Essa questão do medo de tentar foi algo que abordei no livro Dois Passos.
Eu diria que todo mundo sente medo. Sentir medo é normal. O que não é normal é deixar que o medo nos impeça de continuar caminhando, de tentar coisas novas.
Você tem uma ideia e gostaria de colocá-la no papel? Vá em frente!
Alguns vão amar, outro não, mas o que importa é que você tentou, superou seu medo, superou a si mesmo!
Talvez você seja um talento escondido que está prestes a ser descoberto ou talvez você nunca fique famoso, mas... foi uma experiência positiva? Acrescentou algo em sua vida? Se sim, terá valido a pena.
Nós só vamos descobrir em que realmente somos ons se fizermos.
Todos os dias a vida nos dá uma chance de tentarmos novamente, então, por quê não tentar?

Por hoje é só, esperamos que vocês tenham gostado da entrevista, da resenha, do projeto, de tudo, rs. Deixem aqui nos comentários a opinião de vocês, ou algum livro que você leu no Wattpad que gostaria de ver resenhado e o autor entrevistado. Um beijo e até a próxima!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Entrevista com a autora Palloma Belfort

Bom dia amoresss, hoje o post é muitíssimo especial, rs. Calma que vocês já saberão o "por quê?"...

Estamos dando início a um projeto, de nome indefinido rs, muito legal, com autores de obras publicadas no WattpadNossa ideia é resenhar livros postados na comunidade e entrevistar seus criadores; encontramos lá muitos autores bons que valem a pena serem compartilhados. Legal, não é?!

E para abrir o projeto com chave de ouro, segue a entrevista de Palloma Belfort, autora do livro Paixão em Cativeiro, resenhado ontem aqui no blog.

Deliciem-se, está muito legal!!

Meninas Prodígio: Como descobriu que tinha vocação para escrever? Algum escritor/livro te influenciou?
Palloma Belfort: Sempre fui boa em escrever cartas. Na adolescência, minhas amigas  pediam  para que eu as ajudasse a escrever palavras românticas para seus namorados, mas foi nos livros e nos filmes que tive minha maior inspiração. O autor que mais me influenciou foi Nicholas Sparks, com certeza!

MP: Considerando o momento de criação da obra à recepção dos leitores, qual o maior desafio para o escritor? Em algum momento sentiu medo de compartilhar seu livro?
PB: Particularmente, foco mais no que pretendo escrever. O meu maior desafio é conseguir passar para o leitor toda a emoção da história, fazer ele se identificar com os personagens, pensar na obra mesmo depois de finalizada. Quando isso acontece, me sinto realizada.

MP: Agora falando de criação, de onde vêm suas inspirações? A partir do título produz a obra ou o contrário?
PB: A inspiração vem de várias formas. Em Paixão em Cativeiro, particularmente, veio de um sonho que eu tive. E que sonho (risos). A partir disso comecei a esboçar a história, e aos poucos fui me inspirando cada vez mais. O quê me ajuda muito é a escolha dos avatares. Olhar para as pessoas que você escolheu para serem seus protagonistas facilita bastante as coisas. Respondendo à segunda pergunta, a partir da obra escolho o título.

MP: De onde vêm seus personagens? São inspirados em fatos reais ou são fictícios? 
PB: Não me ligo muito nisso. Na verdade misturo bastante as coisas. Para mim amor nos livros vale tudo (risos).

MP: Costuma ler suas obras depois de terminadas ou pede a outra pessoa para revisar/avaliar?
PB: Leio e releio inúmeras vezes, e é incrível como sempre tenho algo para mudar. Sim, tenho uma pessoa que revisa para mim, mas avaliação vem dos leitores do Wattpad. Eles são demais!

MP: Como você descobriu o Wattpad? Sua obra foi muito bem recebida pelos leitores dessa comunidade? Pretende lançar uma continuação para ela?
PB: Descobri através de uma conhecida. Instalei o aplicativo e nunca mais larguei. Virou um vício para mim. Apesar de o tema  escolhido para Paixão em Cativeiro ser um pouco polêmico, o público gostou muito da minha história. Confesso que ela teve uma receptividade bem melhor do que eu imaginava.

MP: O quê você mais gosta em suas histórias? Qual a sensação ao ver as pessoas comentando sobre ela?
PB: Do romantismo. Sou uma romântica assumida e isso não pode faltar em meus livros.  Quando estou escrevendo têm momentos em que me emociono, paro um pouco para respirar fundo, e volto a escrever. E é muito gratificante compartilhar essa emoção com pessoas do país inteiro.

MP: Juntando todos os seus personagens, qual é o seu favorito e por quê?
PB: Erick, claro. Ah, ele é um cara real. Cheio de defeitos e comete erros como todos nós. Não é aquele mocinho politicamente correto.

MP: Tem alguma obra em andamento? Se sim, irá publicá-la gratuitamente ou através de alguma editora/livraria?
PB: Sim. Estou finalizando Feridas Abertas de Um Coração Partido, que é a continuação de Paixão em Cativeiro. Comecei a postá-la essa semana no Wattpad com duas atualizações semanais. Além da plataforma, irei disponibilizá-la também no site da Amazon.

MP: Além de escrever, o quê mais você gosta de fazer?
PB: Amo mexer com cabelos. Sou abençoada por poder fazer as duas coisas que mais gosto.

MP: O quê você diria para pessoas que têm o desejo de escrever, mas sentem medo?
PB: Não tenham medo. Sempre haverá alguém para dizer que seu trabalho não é bom, mas também existem aquelas pessoas que vão adorar suas histórias e te incentivar a cada dia.  As críticas servem para que possamos nos aprimorar, mas é claro que devemos ter sabedoria para filtra-las, saber se elas procedem ou não.

E aí, pessoal, o que acharam do projeto?? Deixem aqui nos comentários.

Por hoje é só. Um super beijo!!